and if you died tomorrow?
domingo, 5 de fevereiro de 2012
domingo, 11 de dezembro de 2011
E essa vontade de tocar seus lábios, vontade de estar perto de você, passar o tempo com você.
Raiva e paixão ao mesmo tempo e acabo sem poder fazer algo. O que me resta é o tempo, deixar que o tempo decida o que vai acontecer.
A esperança que as coisas dêem certo alguma vez. Eu só queria que tivesse dado certo de uma vez.
A vida é egoísta às vezes e acabamos apenas aceitando tudo isso.
sábado, 10 de dezembro de 2011
Você provoca e faz de tudo para que meus sentimentos fiquem ainda mais fortes e faz pensar ainda mais em você, me faz querer você ainda mais pra mim. Mas você me impede de estar perto, me impede de poder segurar a sua mão, de estar na segurança de seus braços, do toque de seus lábios.
E quando isso tudo acabar? Eu esquecer você? Ir embora e nunca mais pensar em você? Ou de, quem sabe, termos ficado juntos e depois terminado? De todo esse sofrimento? Qual vai ser o sentido de tudo isso? O que vai ter adiantado todos esses textos que você nunca irá ler? Ou essa dor que você nunca irá saber? E toda essa ignorância de não falar? Do medo de olhar nos olhos? O que será tudo isso?
Eu queria ter a resposta disso tudo, mas queria mesmo que essas perguntas não existissem, que elas não fossem necessárias, que eu pudesse estar contigo e estar feliz do seu lado, discutindo o nosso futuro, falando sobre o nome de nossos filhos, sobre a nossa casa, sonhando como seria nós dois no futuro, juntos, sentados na sala vendo nossos filhos brincar, ou talvez nossos netos, enquanto contamos boas histórias para eles.
Um sonho, distante, mas ainda um sonho.
terça-feira, 8 de novembro de 2011
Há tanto tempo que esperei um motivo bom para me convencer. Mas cansei, cansei desse tempo passando e nada acontecendo, da falta de motivos, da falta coragem, da falta de você.
E esse vazio que crescia cada vez mais estava doendo, estava machucando, apesar de pouco ligar, me importar, ou demonstrar. E do meio desse medo, surgiu uma pequena coragem, uma vontade maior e isso foi o suficiente.
Mas o tempo decidiu ser chato e passou mais rápido e quando eu percebi já era tarde de mais.
quinta-feira, 27 de outubro de 2011
Tão distante das minhas mãos e eu nem ao menos tenho como saber o que eu sinto, ou o que deveria sentir.
Não é muito natural da minha parte cosias como essas. Mas quem diria que eu fosse voltar a sentir algo por alguém, ainda mais alguém como você. Alguém completamente fora do meu alcance.
Mas o que é a distancia quando falamos de sentimentos? Uma barreira ou um teste para descobrirmos o que realmente sentimos? Não, eu não sei, mas daria o mundo para tirar essa distância e essas complicações que existem entre nós
segunda-feira, 29 de agosto de 2011
Eu posso jurar a qualquer um, que eu nunca tive um sentimento tão angustiante como esse, tão horrível como esse. Um ódio tão grande, das pessoas, de mim, da vida, de tudo, algo quase incompreensível, como se tudo que eu já tivesse feito simplesmente fosse jogado fora com algumas palavras.
Eu colocaria muito dos palavrões que estou dizendo no momento para mim mesma e todos aqueles que estou usando para xingar as pessoas, mas prefiro não tocar no assunto.
As pessoas podiam sumir. Às vezes acho que seria melhor.
terça-feira, 23 de agosto de 2011
Eu não sei se tenho raiva, ou indiferença. Parece tão simples de resolver, mas é complexo quando se trata de fazer o que pensei.
Mas acho que isso tudo acaba sendo um pouco de insegurança sobre tal assunto, o que vou superando aos poucos. Só preciso conhecer um pouco mais para as coisas melhorarem o suficiente para parar de me preocupar.
Então acho que acaba sendo raiva. A raiva de não poder compreender as coisas tão facilmente, de não ter conhecimento suficiente para agir da maneira certa.
Só uma questão de tempo. Isso, se eu tiver tempo.
Assinar:
Postagens (Atom)






